30 de abr de 2008

Radamés Gnattali e Rafael Rabelo - Tributo a Garoto




















Estes dois monstros da musica brasileira se juntaram para prestigiar o que a de melhor no samba, e escolheram bem.

Com Radamés ao piano e Rabelo no violão de 7 cordas.

Façam quantos comentários quiserem, vale a pena baixar este disco.



Baixe Aqui : Gnattali e Rabelo

29 de abr de 2008

BADEN POWELL - SWINGS WITH JIMMY PRATT


Esse disco é coisa fina, uma mistura de Brazil com United Estados. Jimmy Pratt foi muito feliz e conhecer o Baden logo em sua primeira visita a nossa terrinha. Desse grande encontro saiu esse disco lançado em 63, não ficou muito famoso por aqui mas o que realmente vale é a experiência!
Com esse disco começo a jornada que farei nas entranhas da música nacional! Escute e se divirta!
PARA SABER MAIS : Baden homepage

16 de abr de 2008

Educação Libertária - Vári@s Autor@s


Coletânea de ensaios sobre Educação Libertária que circulou e ainda circula pela internet.

Textos de:
Carlos Baqueiro - Edgar Rodrigues - Edson Passetti - José Maria Carvalho Ferreira - Lázaro Curvêlo Chaves - Maria Oly Pey - Mikhail Bakunin - Roberto Freire - Silvio Gallo

1. Versão lançada na internet (135 pág, A4)

2. Versão livreto, ideal para impressão (120 pág, meio A4) - reformatado.

Blue Brazil

Blue Brazil - Blue Note in a Latin Groove


download: AQUI!

Melvin Jackson

Melvin Jackson - Funky Skull - 1969
Style: Funk/Jazz




1. Melvin Jackson - Funky Skull, Pts. 1-2
2. Melvin Jackson - Ma She's Makin Eyes at Me
3. Melvin Jackson - Bold & Black
4. Melvin Jackson - Dance of the Dervish
5. Melvin Jackson - Everybody Loves My Baby
6. Melvin Jackson - Cold Duck Time, Pts. 1-2
7. Melvin Jackson - Say What
8. Melvin Jackson - Funky Doo
9. Melvin Jackson - Silver Cycles


Download: AQUI!!!

Boa!!

DIFERENÇAS ENTRE OS SEXOS:


APELIDOS
- Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
- Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

COMENDO FORA
- Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco - logo o troco será convertido em saideiras.
- Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

FILMES
- A idéia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor.
- Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.

DINHEIRO
- Um homem pagará R$ 2,00 por um item que vale R$ 1,00, mas que ele precisa.
- Uma mulher pagará R$ 1,00 por um item que vale R$ 2,00, mas que ela não precisa.

BANHEIROS
- Um homem tem seis itens em seu banheiro: escova de dentes, pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
- A quantidade média de itens em um banheiro feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.

DISCUSSÕES
- Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
- Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão.

FUTURO
- Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
- Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.

MUDANÇAS
- Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
- Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.
O direito ao foda-se!

Por Millôr Fernandes

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.

"Não quer sair comigo? Não? Então foda-se!".

"Vai querer decidir essa merda sozinho(a). Então foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua.

Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Prá caralho"? "Prá caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas Prá caralho, o Sol é quente Prá caralho, o universo é antigo Prá caralho, eu gosto de cerveja Prá caralho, entende? No gênero do "Prá caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!"

O "Não, não e não!" é tampouco nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem. O "Nem fodendo!" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.

Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro prá ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Danielzinho, presta atençao, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PHD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!".

O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e mais recentemente o "prepone" - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos.

Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou seu correlato "Pu-ta-que-o-pa-riu!!!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia na rua, vento batendo na face, olhar firme, Cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, ungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Liberdade, igualdade, fraternidade e F O D A - S E!!!

Buddy Guy And Junior Wells - Play The Blues - 1972



1 A Man of Many Words (Guy) 4:01
2 My Baby She Left Me (She Left Me a Mule to Ride) (Williamson) 3:11
3 Come on in This House/Have Mercy Baby (Wells) 4:23
4 T-Bone Shuffle (Walker) 4:19
5 A Poor Man’s Plea (Wells) 3:13
6 Messin’ With the Kid (London) 2:15
7 This Old Fool (Guy) 3:11
8 I Don’t Know (Mabon) 4:30
9 Bad Bad Whiskey (Davis) 4:14
10 Honeydripper (Liggins) 3:49
download: AQUI

canto de passarinho

o vento já não venta na via
A via já não vê obstáculo
A via tomou o espaço
Tem gente que via além da via
Tem via que é expressa
Tem via que é L e via que é W
Nunca vi via que expresa
Mas já vi via que que espreme
Tem vida que acaba na via
Tem vida que desafia a via
Mas a via, veloz e viril
Tira vida por onde ela passa
A vida só respira fumaça poluída da via
E a via vira mania
É ordem, é progresso(?)

ui

ui!

7 de abr de 2008

Crônica sobre tudo

Tudo soa tão clichê, as vezes acho que devia parar tudo e começar do novo, o novo é sempre melhor que o velho, velhas crenças, velhos hábitos, velhos amigos, epa, esses aí são outra histótia.
Agora é tão vazio, por isso precisamos de futuro, planejar, desejar, almejar, sair da realidade e viver uma vida mais gostosa, mais peraí, quem já tem tudo precisa de quê?
Agora sim encontrei uma verdade sincera, calmante, eterna, eita, já não disseram que nada é eterno? Tudo bobagem de quem acha que tudo dito é verdade, essai mesmo já soa tão clichê.
Amigos, esses aí são pra tudo quanto é hora, claro que em certos momentos não dá pra estar com os camaradas, mas eles estão ali, só esperando o futuro instante que planejaram estar juntos. As vezes planos são inúteis, mas e daí, eu sei que planos são clichê, assim como tudo, mas que me perdoem os céticos porque eu amo muito tudo isso!

3 de abr de 2008

Antibalas Afrobeat Orquestra - Security






Eu realmente preciso confessar uma coisa, fazia bastante tempo que eu não ficava tão interessado por alguma banda. Sei lá, parece que a música entrou pelos meus ouvidos e não quis sair de jeito nenhum. Um amigo me mostrou uma coisa nova no aparelho Mp3 dele, aparecia como artista desconhecido, aí eu lembrei que tem uma engenhoca no meu celular que rastreia quase todas as músicas pela internet, e não deu outra, veio logo esse grato nome Antibalas Afrobeat Orquestra - Beaten Metal, que bela canção, muito além das convenções já feitas sobre este ritmo.


Não vou ficar aqui me estendendo muito, vamos ao assunto. O Antibalas surgiu em 2007 no Brooklyn, N.Y. com a intenção de inovar esse já tão inchado mercado mundial de new jazz. Com a iniciativa de John Carluccio e a produção de John McEntire(Tortoise, Stereolab) vários outros músicos nova-iorquinos de peso aderiram a tentativa de criar algo novo e caíram de cara no projeto. O resultado é Security, seu primeiro álbum, uma obra majestosa, com muito ritmo, suingue, metais e um pouco de brasilianidade. As canções que mais chamam atenção são Beaten Metal, que abre o disco rasgando os padrões e clichês musicais que tomam conta do mercado fonográfico, outra é I.C.E., mas me faltam palavras para descrevê-la. Bem, sejam felizes e curtam essa pérola.









Saiba mais: http://www.antibalas.com/

1 de abr de 2008

Doces Devaneios

Ando meio desligado
talvez por inteiro
talvez nunca estive
ligado em você
pensando no futuro
vivendo de passado
avaliando as possibilidades
sem saber voei
pulando pelas ilhas
trilhando para ver
mas não vi
a paz cintilar
muito menos ouvi
os pássaros cantarem
pulsando nas veias
gordura animal saturada
saltando das mentes
banalidades fúteis estampadas
papel sobre vida
vida sem sentido
identidade sem rumo
Possibilidades, sempre haverão.