24 de mai de 2008

Wilson das Neves - SambaTropi

Um som PRA FRENTE, gente, estamos precisando disso, muito mais disso, um som pra dançar. Wilson das neves é baterista, um dos melhores de sua época. Esse disco tem várias regravações, de Jorge Ben a rain drops falling on my head. É pra pegar e dançar!



17 de mai de 2008

Trilha track 13



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01. David Holmes - Not Their Fight [1:17]

02. David Holmes - 11, 12 & 13 [1:57]

03. David Holmes - Benedict Returns [1:48]

04. David Holmes - Kensington Chump [1:40]

05. David Holmes - Trapdoor Man [1:07]

06. David Holmes - Laptops [0:56]

07. David Holmes - Zippo’s [0:41]

08. David Holmes - Shit! Shit! Shit! [2:02]

09. David Holmes - Dice Men [1:54]

10. David Holmes - Diamond Location [1:08]

11. David Holmes - The Nose [2:30]

12. Puccio Roelens - Caravan [3:28]

13. Isao Tomita - Suite Bergamasque, Claire De Lune, No.3 [5:51]

14. David Holmes - Grand Opening [2:12]

15. David Holmes - Earthquake [1:35]

16. David Holmes - Fender Roads [2:38]

17. David Holmes - Snake Eyes [2:57]

18. David Holmes - All Sewn Up [3:14]

19. Frank Sinatra - This Town [3:02]
20. The Motherhood - Soul Town [2:29]
Abro as colaborações com esse album aqui, muito edificante e inspirador.eu acho. ;D

8 de mai de 2008

Le Petit !

Jean-Jacques Sempé. Nascido em Bordéus (a cidade, não pense besteira), em 17 de agosto de 1932.
Seus desenhos são incríveis -- mesmo não sendo fácil falar o porque disso. Uma coisa é certa, suas ilustrações sempre transmitem uma certa nostalgia; uma felicidade tímida, uma tristeza suave. Talvez as imagens que eu poste aqui não sejam as melhores para ilustrar esse sentimento. Não é tão fácil achar imagens dele no nosso amigo google. Mas encontrei algumas interessantes. De qualquer forma, tentem fazer uma pequena busca por esse artista em livrarias. Vale a pena.

Clique nas imagens para ampliá-las.






O trabalho que o estabeleceu como ilustrador foi uma série sobre um menino bem moleque: Le Petit Nicolas. A série tem textos de René Goscinny e foi publicada em 1959.
Sempé já ilustrou inúmeras capas de diversas revistas como Punch, The New Yorker e até a brasileira Piauí.
Atualmente, o francês vive e trabalha em Paris.

Link para o site sa série Le Petit Nicolas: http://www.petitnicolas.com/

5 de mai de 2008

Ensaio Sobre Matrix

Bem, antes de tudo, esse texto foi feito com objetivo acadêmico, mas me trouxe um bem espiritual tremendo!! leiam e postem!


Caros leitores, hoje é um dia para ser lembrado, mas pergunto eu, que dia é hoje? Será dia de natal, aniversário de casamento de seus pais ou seria apenas o dia antes do amanhã? Estamos sempre pensando como será o próximo dia de nossas vidas, mas já paramos para pensar como estamos vivendo ou até se podemos viver tudo aquilo que somos capazes? Ontem, sonhei com um futuro próximo, apenas possível claro, mas muito parecido com nossas realidades. Nesse mundo paralelo de sonho, éramos uma sociedade altamente avançada no campo da tecnologia biológica, um paralelo ao qual não somos entrosados ainda, nossas cidades cresciam junto as mais densas florestas, convivendo junto as mais diversas espécies da flora, mas nunca em harmonia com a fauna, uma praga diante as ambições sociais. O controle desta sociedade era feito por uma espécie de mão invisível no qual chamávamos de mãe natureza, percebíamos que aquilo não era um controle natural, ele com certeza era imposto por uma linha natural de desenvolvimento criada a partir de certas escolhas feitas em gerações passadas, porém, era seguida a risca, como um ritual de sobrevivência essencial para a vida. Bem, vocês devem estar se perguntando o que isto tem a ver com o assunto a ser tratado? Aí está a resposta, nós todos somos parte desta mão, apenas não sabemos como usá-la ou pior, sabemos e nos omitimos por pura preguiça. Enfim, vou direto onde queria chegar. Ontem, estava eu em casa passeando em minhas recordações e vi um VHS empoeirado na prateleira, era “MATRIX”, um prólogo de ficção cientifica sobre um futuro pós-apocalíptico onde robôs e maquinas controlam todo o globo, inclusive os humanos, que são mantidos em campos de concentração para extração de energia, uma espécie de pilha, porém, há um pequeno grupo de humanos livres que fazem a ultima resistência contra as maquinas. Esses humanos têm como ultima esperança, um certo homem, Thomas Anderson, ou “NEO” como é comumente conhecido. Neo faz parte de uma profecia, e essa dizia que ele era o escolhido, um ser supremo com poderes para derrotar o exército das máquinas.



Matrix é um marco nos filmes de ficção científica, seu estilo gótico – underground inconfundível instaurou novos padrões a indústria hollywoodiana, sua tecnologia bullet-time de enquadramentos revolucionou por completo o mercado, e acima de tudo, consagrou a ficção como um grande tema dentro do cinema mundial. Sua narrativa inovadora tem como elementos a mitologia antiga, política, literatura, e uma mistura de religião e suas possíveis distorções de realidade dentro de uma sociedade. Além de boas falas e idéias bem conexas, o filme proporciona ao expectador bons momentos de diversão visual. Aquém da trama principal, desenvolvem-se boas teorias, como a vida é desperdiçada pela humanidade, como a ganância pelo poder pode alterar uma mente, e que não importa se seu destino já foi escrito é você quem tem o controle sobre ele, e como já dizia Morpheus, personagem do filme, “Eu posso te mostrar o caminho, mas é você quem vai fazê-lo”. O filme também deixa bem claro que não importa o caminho e sim a escolha pelo mesmo, e trás uma grande pergunta em seu subtexto, o que realmente vale é a resposta ou como a pergunta é feita? Se nossa sociedade vai chegar a tal ponto eu não sei, mas o caminho não é longo até lá, eu só espero que o senso comum tenha senso crítico.

4 de mai de 2008

Mundos de Yerka

Vou aproveitar a - temporária, espero - falta de leitores no blog para falar de fatos e pessoas um tanto fora do padrão. Hoje: Jacek Yerka.





Não sei muito sobre ele na verdade. Podem achar no google muito mais do que direi aqui. Vou apenas apresentá-lo, para que possam daí aventurar-se em sua obra. Yerka é um ilustrador polaco, nascido em 1952. Pode ser classificado como surrealista; mas não um surrealismo mimético baseado em Dalí. Sua obra baseia-se mais nas paisagens de sua infância do que em obras de outros autores.
No http://www.yerkaland.com/ podem achar várias outras imagens, além de uma pequena biografia.